Isto virou bordão na comunidade. Paulo é namorado de Eduardo; e Eduardo é amigo de Gustavo. Desde o primeiro instante Paulo percebeu a simpatia amarga de Gustavo. Gustavo quer sair com Eduardo porque sabe que o outro não se permite a certas coisas. Gustavo sofre de uma incapacidade gigante. Ele não tem capacidade para atrair ninguém. Paulo já percebeu que seu gostar pelo outro o incomoda. E Paulo até tenta ser agradável em não deixar o outro perceber que ele percebe. O próprio Eduardo já percebeu também, e com o namorado chega a comentar. No reduto isso é muito comum, quase que preciso. Infelizmente pessoas como Gustavo não admitem o acerto do outro, não aceita o outro estar bem, porque ele não está. E começa a construir uma cadeia de situações para afastar o outro. Uma vez Gustavo disse para Paulo que ele se acostumasse com o modo de vida de Eduardo, porque este não costumava dá ponto sem nó, e chegou mesmo a insinuar que a noite o namorado do outro iria aprontar. Na via dos fatos, é muito cruel ouvir isso sobre o próprio namorado, ainda mais quando a afirmação do gênero vem de um amigo próximo. Paulo tem apelado para o bom senso, tem tentando evitar a companhia maléfica, e deixa Eduardo a vontade para fazer sua escolha natural. Paulo acredita que cada um tem o amigo que escolhe, e isto é muito contundente. Gustavo não se tornou amigo de Eduardo sozinho. Os dois construíram essa amizade (uma proeza na vida de Gustavo). Gustavo é infeliz, mas Paulo nem Eduardo poderão resolver este problema que é dele. Alias Paulo não quer nem tem nada com a vida desse rapaz. Mas sabe que a abertura oferecida pelo seu namorado ao amigo é destruidora. Gustavo tem ranço na alma, e pessoas assim desconhecem o essencialmente necessário, são incapacitadas pela própria natureza em manter uma amizade, em construí-la e também reconstruí-la. Gustavo como já foi dito é infeliz, mas Paulo não deve ser remetido a essa história que é do outro.
Outro dia Paulo e Eduardo planejavam dormir juntos, na casa da mãe do segundo, e Gustavo dificultava. Então Paulo se perguntava o que esse rapaz queria? Por que ele agia assim? Você tem vivência no mundo gay? Então você sabe a resposta. Cabe a Eduardo podar as asas e as garras do amigo. Paulo deve manter-se neutro, mas ele sabe que cada vez que Gustavo aparece, é como se a serpente rondasse o paraíso. E segundo Paulo, até outro dia, Eduardo parecia Adão, mas já não parece mais. Adão parece ter perdido a inocência. Adão não fora seduzido como mostra a história; esse Adão aqui, se deixou levar pela sedução. E Gustavo felicita-o por isto. Porque sabe que aquele que caminha com ele não terá mais um diferencial, será igual a ele no desencontro. Isto no amigo infeliz propaga ainda a mancha do não ter se relacionado, do não ter tido capacidade, do não ter conseguido, da incompatibilidade dele com ele mesmo. Isto é muito forte. Será que há crueldade em falar isto a respeito desse rapaz? Cruel ou não, é a realidade. Há uma pequenez diversificada no exercício da baitolagem. E Paulo deveria prolongar isto com o namorado? Claro que não. Isto iria gerar dor de cabeça. A incapacidade se agiganta, e poucas e raríssimas vezes ela é sucumbida por ela mesma. O olho de Paulo se abre e se intriga com todos os sentidos sensoriais. Resta a Eduardo o perceber-se, o compreender-se. E também fazer sua escolha. Gustavo não tem nada a perder porque nunca ganhou nada, nunca teve, nunca fez por merecer. Então precisa ver o outro fracassar para não achar-se fora do ninho. Gustavo é representante com muita lealdade do não recuperado, do que nunca veio nem virá. Ele sabe ainda que o seu gozo nunca foi concebido no prazer, e sim porque soube pagar e mesmo pagando não houve o encontrar-se, o olho no olho. Até seu sonho romântico foi medido na prata, mas o fato é que cada um escolhe em que lado vai estar. Na ausência do pensar, o caminho mais fácil parece ser o imediatismo, mas como tudo na vida, cada coisa traz a resposta, o preço e o apreço. Uma vez, Paulo e Eduardo estavam na cama. O banheiro do quarto de Eduardo tem duas entradas. E Gustavo permaneceu no banheiro enquanto os dois estavam no quarto. Gustavo pode ate disfarçar, mas sua intenção foi projetada. Paulo se criou na rua e sabe como age cada tipo de gente. Será que era interesse de Gustavo participar? Provavelmente sim, porque o tempo permanecido no banheiro foi o tempo concebido de uma masturbação. Mas Paulo não tem interesse nisso, nem quer. E Eduardo? Ele sabia que o amigo estava no banheiro, e agiu naturalmente.(Aqui todos os caminhos parecem e se tornam intrigantes.)
Difícil aquele amigo que diz: -“Você está casado, respeite o seu namorado.” Está todo mundo incentivando a infidelidade e compactuando com Gustavo. Achando mesmo que o amigo tem que aproveitar a oportunidade, não pode perder tempo só porque está namorando. Enfim, namorar tem sido um malabarismo sem apoio na base. Namorar tem sido o risco maior de erros do que acertos. Todo namoro é perfeito até que alguém apareça e interfira nessa perfeição. Mas lembrando-se que cada interferência não é forçada, é autorizada. Há aqueles também que já aderiram o método do fica coletivo. Sai uma turma de amigos (ficantes), e eles beijam entre si, todas as bocas presentes. Ninguém fica de fora. Nisto comprovadamente não há prazer nenhum, apenas a sensação da ilusão. O beijo coletivo não é prazeroso. A substancia que é subtraída no beijo não pode ser climatizada na rapidez em que há a troca de boca. Comprovadamente essa pratica não é atrativo do desejo, pode ser isto em nome da irreverência, do modernismo, mas não em nome do desejo. Sem esquecer que o beijo é mais intimo que uma relação sexual.
Não se pode ser homossexual(!) sem optar pela inteligência. O requisito maior do ser gay é aderir a inteligência. Aquele que não adere a inteligência nunca fecha a carteira, porque esta fechada significa mesa vazia. Gustavo desperta em Paulo ao mesmo tempo desprezo e piedade. E por conseqüência dessa piedade é que Gustavo se torna tolerável. Paulo tem pavio curto, mas por amor sabe agigantar o pavio. E nisso há sapiência, ciência, referência para quando o outro chegar e provocar sepsia. Tudo isso é muito próprio da canalhice, do mau caratismo. Ele não sabe construir e precisa recorrer ao baixo nivelamento da existência que é a destruição das coisas. E isto para as suas ações são normais, são próprias de um amigo. Definitivamente o primeiro mundo tem razão em desqualificar o lixo do terceiro, um lixo que por si não será reciclado, reciclável. Não será reutilizado porque precisa ser expurgado. Esses são os verdadeiros demônios, são os agentes do mal. Isto não está ligado a condição homossexual, o germe é do ser. É possível porque aqui há muitas possibilidades. Elas estão sendo nutridas. A condição ferida de Paulo nessa interferência vista é acatada na passividade. Não se pode ter nada contra o cinema pornô. Ele esta lá com toda sua objetividade. E para ele vai quem imbecilmente quer, bate no peito e diz que pode ir sem nenhum problema. O problema na está somente na boate, é um conjunto. O problema está quando se ver encanto, fascínio que pode ser extraído dele mesmo. O homem é sujo, ele se deixa veicular em redutos dentro de uma miscigenação de urina, suor, mofo, insosso de esperma e merda. Para algumas pessoas o sexo quanto mais sujo melhor.
No cinema, todos se exibem com suas carências intermináveis, mas o último expediente é o “carão”. O homem carão que faz pose, que se mostra como alheio a tudo isso. Fazer pose de hétero tem despertado nas bichinhas o complexo da conquista. O Carão diz que nunca aconteceu antes, que é casado, que tem namorada. Que é só por curiosidade, e começa a mexer com a libido dos outros. Todos são da mesma espécie, donos e alimentadores da mesma vaidade. Fortaleza especificamente existem dois cinemas pornô; os outros que se denominam cinema são casas de putaria, precárias, sem estrutura. Não se sabe que papel exerce a vigilância sanitária. Os puteiros estão invadidos por policiais michês e bombeiros fardados que fazem programa no fetiche da farda. Há quem goste, há quem pague. Quem bebe dessa fonte, sempre a ela retorna. É lamentável na boca a saliva, o sebo. É lamentável e não descartável. Os cinemas apresentam homens com seus “sex appeal” em vitrines facilmente masturbável, mas sem o menor atrativo. A verdade é que o universo moralmente sexual não tem mais o que dá. E isso parece ser defendido por quem perdeu a visão de si mesmo. Na caçada noite adentro, sempre haverá dois na gangorra. Os corpos são lambuzados e relambuzados, a espécie não se sacia - quanto mais melhor! O corpo já não consegue gozar, mas não está saciado, quer mais, precisa de mais. O precisar é interminável, e o órgão sexual dos ativos já não obedecem e mesmo não se excitando, eles permanecem lá, na companhia dos passivos que serviram de deposito. Mas um detalhe vale salientar: na companhia apenas visual. Porque raríssimas vezes se cumprimentam, raríssimas vezes são gentis em alguma resposta ou pergunta intimamente sexual.
Bernardo acredita que já não dá para confiar em mais ninguém. A idéia de pensar que seu namorado freqüenta o reduto o deixa impotente. Estevão consegue descrever com precisão o que vem a ser tudo isso. Ele acredita que a ociosidade é prostituível ao ser humano: mente vazia e não trabalhada para o consideravelmente sadio, leva o ser a depreciação de si mesmo. Na tela do cinema, disse Estevão: -“ Eu nunca vi um filme, mas sou um cinéfilo incorrigível. As vezes juro não mais voltar, mas volto na primeira oportunidade. Não vir, deixa em mim, uma sensação que algo de bom poderá acontecer. E se eu não estiver presente vou perder”. Estevão reconhece que lá dentro não tem ninguém irresistível, e que se todas as pessoas fossem observadas, elas seriam rejeitadas. Ninguém é irresistível, todo mundo é fácil e se dar. Os cinemas são improvisados, alguns nem água tem. O perfume vencido se alastra nas divisórias junto com o fedor de merda, mas Clever acha isso comum. Aquele mal cheiro já se tornou familiar. Clever confessa procurar um amor e que pelo menos uma vez na vida gostaria de ir para a cama por amor. Willian, um tipo interessante, a textura da própria pele já dá pista de sua vida financeira bem sucedida. Ele passa, e seu corpo com músculos exatos parece dividir-se em cada gingado. A bunda tem movimentos precisos, os braços são donos de uma atitude quase impar, seu olhar é matreiro e o sorriso aberto assim como o sol. Muitas vezes, ele fora confundido com um michê, mas Willian transa somente pelo prazer. No inicio, ele causava furor, todos o procuravam para o possuírem ou por ele serem possuídos. Dizem que Willian tem o beijo amaciado, mas hoje ninguém quer mais beijá-lo, fazer sexo com ele perdeu a graça. Então, Willian está sempre mudando de reduto. Uma atitude sem sucesso porque em todos os lugares estão sempre os mesmos. Os viciados no sexo se dividem entre os cinemas e as casas de putaria que chegam a uma somatória de vinte aproximadamente. Nos finais de semana, essas mesmas criaturas encaram suas intenções ao religiosamente assinarem ponto nas boates espalhadas pela cidade. Onde o dark room espera e faz sua próxima vitima. É bobagem dizer que boate A é derrubada e que boate B é chique.
Dentro delas, todos são da mesma argamassa. E antes mesmo do álcool ser responsabilizado, o desejo sexual já estava instalado. A sociedade não tem mais para onde apelar nem fugir; não tem mais como responsabilizar o outro; é ela que se junta a somatória do bocejo individual. Ainda no cinema. Bocas sedentas disputam o mesmo pau, numa referência aos bichos famintos a disputarem o mesmo grão de milho. O carinho se perdeu, e nesse jogo carnal onde reencontrá-lo e redirecioná-lo a patologia do ser? Cinema não é lucro sexual e nem luxo mínimo do conhecimento. É fracasso na integra. O que leva alguém a um cinema? A vontade parece e é a resposta menos inteligente. E mais uma vez quem ousaria responder? Onde estão os homossexuais decentes da cidade? Eles já nascem corrompidos porque assim os pais os conceberam ao escolherem a cor do quarto do bebê.
Outro dia, eu sai com Fernando. Ainda não o conhecia pessoalmente. Tudo o que eu sabia sobre ele, era através dos amigos. E Fernando se tornara querido assim, através da propaganda que chegava, e todas essa referência era amorosa. E o conheci, e ele de encantador é encantatório. E diante aquele vai e vem, ele me confessava que não precisava ter nenhuma daquelas pessoas. Elas poderiam olhar para ele, cabia a ele não dar cabimento nem respostas favoráveis aos cortejos, porque sabia que tinha um amor. O namorado dele estava viajando mas o respeito é intransferível. Isto foi deduzido. E será que Fernando perde em não corresponder o olhar? Em não aproveitar a ausência do outro? Fernando não perde, Fernando ganha porque ele tinha a qualidade e a referência dentro de casa. Fernando sabia de onde vinha o homem que ele amava. Pessoas como Fernando são sementes do bem, e não podem ser descartáveis. Fernando era loteria, e o namorado dele precisa compreender isto. Fernando não é bijuteria, é jóia rara, é fina estampa. Homens como ele são capazes de reescrever a história tendo por base a aprovação de Deus e de toda virtude moralmente social. Mas como de todo condenar o cinema pornô, se nele há uma mistura do bom e do mal? Acabei de receber uma ligação, onde ouvi que não se deve ser taxativo com o cinema porque ele já foi palco de grandes paixões. Sim, foram também palcos de grandes paixões, e estas paixões não tiveram os mitos por base. O cinema está lá testemunhando o esmigalhar da existência filosoficamente comprovada. Nenhum cinema do mundo será advogado, e sim, juiz.
Silvio é outra figurinha facilmente encontrada nas tardes de segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo nas casas de putaria da cidade. Silvio perdeu o interesse por ele mesmo, sabe que não tem coragem de dizer “não” a tudo isso. Dizer: “não” - significa o vazio da ausência. E dizer “sim” – significa a ausência no vazio. Então, Silvio se deixa guiar, se deixa cegar. Porque para ele, se tornaram terríveis as duas coisas: o vazio e a ausência. Elas se dilaceram e se apresentam como vilãs da própria vilania, que é a perca da coragem em renunciar. Não é fácil ser gente. Ser detrator de si é a coisa mais acessível que o ser humano tem ao seu alcance. Na detratação o ser perde todas as referências sociais, humanas, familiares e amorosas. E nisto o encarar o outro começa a ser anulado em nome do cinismo que não é maldade, mas a perca de valores. Precisamos de valores? Se precisarmos de humanidade, precisamos de valores. Eles caminham juntos em uma referência branca a ser completa no encontrar-se feliz e total. Mas a totalidade é frutificada na ausência que justifica a busca. O ser humano busca a totalidade dele matematicamente, e isso não é de todo inteligente. O preenchimento da totalidade deveria ser filosófico. Em um espaço aberto: um, dois, cinco, dez corpos... A quantidade varia de acordo com o dia da semana. Mãos, bocas e pintos, sussurros e carnes inflamadas se ensaiam em percepção do gozo. Cada um goza e abandona o campo de batalha até restar o último que passa categoricamente a ser o primeiro. E chega mais outro e mais outro, e o quadro se completa. Novo gozo se concebe e novos (para o momento) pintos são engolidos, novas gargantas são fonte de gonorréia junto de bundas que se abrem. E há confusão de fonte e receptor. Ninguém sabe mais qual é a fonte de AIDS e nem o receptor do HIV, HPV, herpes, hepatite e etc. Eu estava lembrando de um rapaz que sempre que ele se dirigia a esses lugares, propositalmente feria a gengiva e a garganta. Isto era uma tentativa dele de contaminar quem pudesse. Ele era portador. Edgar era portador também. João era receptor. O cinema junto de outros redutos passa a ser concepção de AIDS, sífilis e gonorréia. O dark room é uma extensão do cinema, é o novo atrativo da boate. Na boate a decoração não é tão chamativa quanto a escuridão necessária(?) o dark room passa a ser o centro , a última moda inventada pelo gênio da promiscuidade. Meu Deus! Como lá dentro encontrar alguém interessante? Isto é desnecessário. Lá dentro qualquer um é encontrado e encantador. Sente-se apenas o cheiro, a beleza é imperceptível. O atrativo maior é o mastro em posição de ataque ou a bunda ao alcance das mãos, e não exibível ao olhos porque a escuridão não permite. E haja garganta profunda a ser invadida por movimentos bruscos de um quadril sem forma, de um cara sem rosto, nem corpo, apenas tato e um avanço promiscuo. O promiscuo em nome da própria promiscuidade paga o seu gesto com a própria inquietação mental com reflexo na sexualidade. Detalhe! Em dark room é sabido entrar sem celular, sem carteira porque lá dentro não há espaço para nenhum tipo de honestidade. É injusto lá dentro ser honesto consigo mesmo. Lá no chamado inferninho deve entrar aquele que perdeu a ultima esperança de estar limpo, sadio. O homem, segundo um escritor gay, é o ser mais fascinante que ele já viu. O homem de peito nu ao vento, sadio.
Foi revoltosa a declaração de um arcebispo quando este falou em desequilíbrio humano o fator da homossexualidade. O homossexual reclama, contesta afirmações desse tipo e outras tantas, mas é ele quem incita a sociedade a pensar assim. O homossexual perdera a causa porque se tem praticado isto. Não se sabe mais o que é preconceito nesta estância porque a pratica tem transformado em conceito. E quem tem razão nessa planilha embasada no bater e rebater? O bom senso, ele vai apelar sempre pela coerência. E sendo demasiadamente realista. Ninguém vai a um redutor inocentemente. Vai ao reduto quem quer algo, quem quer deparar-se com o que é nutrido dentro de si. As saunas apresentam em seus Flyers os atrativos da semana.
Segunda feira: nudismo e stripper com os melhores da cidade.
Terça: dia da toalhinha com direito a uma dose de whysky e o melhor da música brasileira. Cine erótico , sauna seca e a vapor, sala de leitura, (apenas revistas de sexo estão disponíveis e panfletos explicando como se evitar HIV)) dark room e etc e tal. Tudo isso acompanhada por go go boys (denominação dada aos michês da atualidade) que oferecem seus fantasiosos e propagados vinte centímetros.
Um comentário:
Essa história sobre a interferencia de amigos me reporta a um tempo em que a inexperiencia e e o amor demais me levava a aceitar certas mentiras de pessoas que eu amava e elas não mereciam nada disso. a interferencia é permitida, vamos ter a certeza disso.
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