Eu assisti um dos capítulos de QUERIDOS AMIGOS... aliás assisti uma cena, e confesso a saudade que senti de você ........(seu nome ja não digo, beija flor). Um carinha que nao deveria ter mais nenhuma ligação a mim mas, o fato é que estou escrevendo. Sabe aquela vontade de enorme de abracá-lo, de sentir o alívio do cansaço? Bem que eu poderia procurá-lo, mas pra quê? Para dá a ele a certeza que ele levou quando foi embora? A mesma certeza de sua importãncia perante as minhas leis e emoções? É preciso refrear a emoção e dizer que há vaidade em mim, por não procurá-lo. Somos humano, e por que mais uma vez eu deveria tutelá-lo com importância? Verbera a certeza: Somos humanos, e eu sairia perdedor se o procurasse.
Ele precisa do meu açoite, ainda que eu me açoite tambem. Somos todos Beijas do mesmo bejo, mas como eu o amei! Como hoje me reporto a detalhes tão nossos, tão simples e por isso devoradores de grandes acenais. Ele aprendeu comigo a me abençoar na forma judaica... e essa lembrança me dá soluço na garganta, me remete ao cheiro dele, a tudo que vivemos. Mas a canalhice destrói o que não se vigia.
Mas confesso na saudade, que eu gostaria de vê-lo, de sentí-lo... de perceber seus olhos verdes avermelhando-se diante suas próprias mentiras. Será que eu sofro por desprezá-lo? Será que a saudade ainda dói em mim? Voce estragou tudo. Voce estragou toda a poesia, a beleza que eu lhe dediquei. Canalha foi voce diante sua incapacidade agigantada. Choro, sim, hoje, choro a lágrima que não chorei antes. E voce náo é jóia rara. Eu o desprezo com amor porque o desprezo que sinto é mágoa, é água esfriada no pote.
"Hoje me sinto com saudade de mim"... Em que porto desembarcaram os que eu não amei? Esta dor quem sente? A minha estrada se perdeu na lama de algum rio corrente. Pronto, acalmei-me o peito. O peito que é mim, porque sou e nunca sou-me.
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